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Mercado de tintas espera crescimento com reativação econômica

A indústria brasileira de tintas vem crescendo muito nos últimos anos. De acordo com a Abrafati (Associação Brasileira de Fabricantes de Tintas), o volume anual produzido de tinta atinge a casa de 1,4 bilhão de litros. Estima-se que o consumo per capita no Brasil seja de 7 litros/habitante/ano, que ainda é muito baixo se comparado com países mais desenvolvidos como os Estados Unidos. 


Tudo é relacionado ao padrão de vida e aos costumes de cada região, mas, por conta da crise, o brasileiro tem visto outras prioridades. Por conta disso, a retomada econômica traz a confiança no crescimento do setor. As condições para que isso ocorra são favoráveis, a começar pelo amplo mercado interno, que incorporou milhões de novos consumidores nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento exigirá maiores investimentos em habitação e infraestrutura. 


Tudo isso tem efeito direto sobre as vendas de tintas, contribuindo para que toda a cadeia produtiva continue crescendo, evoluindo tecnologicamente e avançando em termos de desenvolvimento das marcas, do mercado e, principalmente, do atendimento às necessidades dos clientes.


Por conta disso, o investimento em pesquisa e inovação acompanham as tendências internacionais, que constantemente lançam novidades, sempre com produtos de qualidade e ambientalmente corretos. A Syco é um dos fabricantes que mais investe e prepara produtos com inovação, por estar sempre buscando novas soluções para as demandas de seus clientes.


Apesar de parecerem óbvios, os desafios que se colocam para o futuro da cadeia produtiva de tintas estão ligados à atenção permanente em relação aos aspectos de sustentabilidade e qualidade, antecipando futuras demandas por parte dos usuários (percepção de mercado) e as exigências da legislação e regulação.  Além disso, é preciso investir em capacitação dos profissionais que atuam na cadeia produtiva de tintas, na revenda e na aplicação do produto.

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Promotor de lavabilidade da SYCO é resistente ao dirt pick-up

Você já deve ter visto em várias paredes uma espécie de mancha, quase sempre em um tom mais escuro que o restante da pintura. Essa pigmentação diferente deixa um péssimo visual no espaço, deixando a impressão de que a pigmentação tem pouca qualidade ou que o pintor não fez bem o seu trabalho. A péssima impressão deixada por esse problema está com os dias contados.

O promotor de lavabilidade produzido pela SYCO acaba com o dirt pick-up (nome da mancha ocasionada pela sujeira explicada no primeiro parágrafo) e deixa qualquer espaço mais bonito. Tintas que não contém a substância fabricada pela empresa correm o risco de apresentar o problema, enquanto as da SYCO são resistentes a esse mal.

O dirt pick-uo acontece por conta da ineficiência da lavabilidade da tinta. Para que isso não aconteça com os seus produtos (e, consequentemente, para que os clientes fiquem sempre satisfeitos), a melhor saída é contar com a empresa que desenvolve um promotor blindado a esse problema.

 

Os problemas com captação e retenção de sujidade estão com os dias contados. A SYCO ajuda a acabar com um dos grandes problemas que envolvem o universo das tintas.

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Tinta que muda de cor! Sim, existe! E, além de tudo, é econômica

A expressão "unir o útil ao agradável" é largamente utilizada em várias ocasiões, e não seria diferente no universo das tintas. Já pensou em um produto final que muda de cor conforme a temperatura? Acredite: existe!

Pesquisadores da pós-graduação da Universidade Federal do ABC (UFABC) criaram, em parceria com a STC Silicones, o produto inovador descrito no primeiro parágrafo. Desenvolvida para tornar a produção de isoladores elétricos feitos de cerâmica mais barata (já que é feita com silicone), a tinta complementa o efeito do material.

Como o silicone demora a demonstrar qualquer alteração quando a temperatura aumenta (e pode causar problemas tanto ao material quanto a quem depende dele), a tinta desenvolvida pelos pesquisadores informa quando o clima atinge cerca de 60°C. 

A tinta é especialmente útil em situações de difícil acesso, como em matas fechadas ou de altitude elevada. Visível a olho nu, o material dispensa o uso da tecnologia infravermelha para monitoramento.

Toda a pesquisa já está patenteada desde o final de 2014 e os profissionais envolvidos no trabalho estão buscando empresas ligadas à energia elétrica para difundir o processo, buscando o corte de custos. 

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Ciências e Tecnologia » Física » Nova partícula pode ajudar a sondar maior força do universo

Um novo membro da família de partículas subatômicas pode esclarecer o mistério da mais poderosa força do universo. É a força que mantém unidos o núcleo de cada átomo, a interação nuclear forte.  A partícula recém-observada tem um nome complicado: D * s3 (2860) ˉ. Tal como os prótons e nêutrons que compõem o núcleo de um átomo, D * s3 (2860) ˉ é composta de unidades de partículas fundamentais da matéria chamados quarks.

Os cientistas descobriram a nova partícula utilizando um instrumento no Large Hadron Collider (LHC). (Um hadrons é qualquer partícula feita de quarks.) LHC é o mais poderoso acelerador de partículas do mundo. Este dispositivo, também é conhecido como um sincrotron, e está localizado fora de Genebra, na Suíça. Um colisor acelera as partículas próximo a velocidade da luz e as esmaga.

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Os átomos que mudaram o mundo

A história está repleta de tragédias químicas. Além da bomba atômica, os elementos da tabela periódica levaram gerações à loucura, provocaram assassinatos, despiram exércitos e fizeram toda uma região europeia ser conhecida por seus "idiotas". Catástrofes, armas e doenças guiaram, durante séculos, a ciência química. "Temos problemas interessantes para resolver. Do nosso jeito humilde, nós (químicos) realmente tentamos salvar o planeta", diz o químico sueco Lars Öhrström, pesquisador da Universidade Chalmers, em Gotemburgo, na Suécia, e membro da União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac), a instituição mundialmente famosa por dar nomes a novos elementos e construir a tabela periódica oficial.

Em seu segundo livro, The Last Alchemist in Paris (O Último Alquimista de Paris, publicado no início deste ano nos Estados Unidos e sem tradução no Brasil), Öhrstrom reúne duas dezenas de casos históricos em que átomos e moléculas foram os protagonistas. Há histórias sobre as descobertas nucleares, cura de doenças e enigmas científicos que, por meio de explicações simples e algumas fórmulas, o cientista busca decifrar. O objetivo é mostrar que somos feitos e estamos cercados por essas estruturas. E, sem saber como funcionam, seremos sempre dominados por elas.

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